SPYRO THE DRAGON
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Página Inicial

SPYRO: ENTER THE DRAGONFLY GALERIA ANÁLISE
 
FICHA TÉCNICA
 

Produtora Check Six Studios/Equinoxe

Nota do Site

5.2

7.5 (4)

Distribuidora Universal Interactive Studios
Publicadora Universal Interactive Studios
Plataforma(s) PlayStation 2, GameCube
Classificação Todas as Idades
Data de Lançamento 05/11/2002
Gênero Aventura/Plataforma
Número de Jogadores 1
Acessórios Memory Card
 
HISTÓRIA
 

        Após a Festa do Ano do Dragão, o Mundo dos Dragões comemora a entrega dos Dragonflies aos novos dragões do mundo. Dragonfly é uma criatura que dá energia aos dragões, como Sparx.

        Mas, três convidados indesejáveis surgiram na festa: Ripto, Gulp e Crush. Os súditos de Ripto roubaram os 90 Dragonflies e espalharam todos pelo Mundo dos Dragões. A partir desse fato, Spyro, Sparx, Hunter e Bianca vão à procura dos Dragonflies. É essa a missão deles, mas não será fácil.

        Durante a aventura, Spyro conquista novos tipos de baforada: bolha (usado para capturar os dragonflies), eletricidade e gelo. Além disso, ele aprende a usar outros tipos de equipamentos e transportes, como avião e tanque de guerra.

        É missão de nossos amigos recuperar os 90 Dragonflies e as 7.000 jóias espalhadas pelos riptocs nos 9 mundos do Reino dos Dragões.

 
GALERIA
 
Imagens do Jogo
 
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ANÁLISE
 

SOM

                   
8

5.2

péssimo

Pontos Positivos
* Os efeitos sonoros foram mantidos
 
Pontos Negativos
* Bugs constantes * Gráficos fracos para um jogo do nível do Spyro * Desafio confuso * Enredo confuso e mal contado * Jogabilidade fraca
GRÁFICOS
                   
4
DESAFIO
                   
6
JOGABILIDADE
                   
4
GERAL
                   
4
 
Análise do Jogo
por Paulo DB - revisado em 20/01/11
          Spyro: Enter the Dragonfly pode ser considerado por nós, fãs de Spyro, como um buraco no meio do caminho da história do dragãozinho do mundo dos games. Spyro 3 alternativo tinha muitos bugs, mas era compreensível, já que se tratava de uma versão hackeada do jogo original, mas Enter the Dragonfly, sendo original ou não, apresenta os mesmos bugs, mas chegam a frustrar mais ainda do que o fato de ovos e itens sumirem dos cenários.

         Em Enter the Dragonfly não somem itens, mas os cenários inteiros. Spyro fica andando no meio do nada, sem saber onde está "pisando", chegando a morrer a qualquer momento, principalmente na fase do vulcão.

         Comecei a falar dos bugs do jogo, mas vamos falar dos pontos positivos dele... Ah, deixe-me pensar... Não sei nem onde começar, já que é difícil achar um ponto positivo para o jogo... Ah, os efeitos sonoros ficaram parecidos (só parecidos) com a versão da Insomniac Games, já que foram compostas novamente por Stewart Copeland, mas infelizmente acho que até nesse ponto o jogo pecou um pouco. Os efeitos sonoros ficaram bons, porém há falhas. Os sons param em alguns momentos, deixando de lado o clima que o jogo deveria ter.

           Outro ponto que o jogo peca é no enredo. Simplesmente esqueceram que Hunter e Bianca começaram a namorar em Spyro 3 e, nesse jogo, Bianca quase não aparece e nem Hunter. A história deles foi esquecida pelos escritores dessa aventura. O enredo no geral está confuso. Segundo o jogo, após o Ano do Dragão, chegou a hora dos dragões receberem seus dragonflies (libélulas, como Sparx), mas de repente, aparece (do nada!) Ripto e seus capangas e espalham os dragonflies pelo mundo dos dragões... Para quê isso, se logo depois ele foge? Nada a ver com nada...

          Nesse jogo Spyro ganha novas habilidades de baforada: gelo, eletricidade e bolhas que servem para capturar os dragonflies. O objetivo do jogo é esse: resgatar os dragonflies que foram roubados por Ripto e espalhados pelo mundo dos dragões. A idéia de lançar novas baforadas foi muito boa, mas a Check Six não soube se aproveitar desses novos recursos...

         Mais um defeito do jogo: jogabilidade pobre. Você só controla nesse jogo o Spyro, e só é ele mesmo! Esqueceram que no jogo anterior podíamos controlar até 5 personagens diferentes. Os desafios de tanque do jogo não fazem sentido e são muito fracos. Quando Spyro se aproxima de um personagem, mesmo que esteja um pouco distante, o jogo te "puxa" para obrigar a conversar com tal personagem, impedindo que você complete algum desafio que esteja realizando, mesmo assim, Spyro tem dificuldade de se virar para o personagem quando vai conversar, parecendo robô! Os personagens que conversam não tem reação alguma ao que falam. O jogo sendo para PlayStation 2 e GameCube já tinha recursos tecnológicos suficientes para animar melhor os personagens, aproximando-os da realidade, mas não foi o que a Check Six fez.

          Depois desse jogo, não tivemos mais notícias da empresa que o desenvolveu (ou destruiu...). Se você buscar essa empresa no site da GameSpot, você só verá o jogo que estamos falando, ou seja, parece que ela só fez Enter the Dragonfly e acabou! Mancada da Universal Studios ao escolher uma softhouse estreante para produzir um jogo para um personagem consagrado como Spyro.

UPDATE 03/11/2012: Recebi um e-mail de um visitante do site com o seguinte comentário sobre o jogo:

"Você havia comentado o fato de Ripto espalhar os dragonflies, e qual seria o motivo disso se depois ele foge. Na verdade, a magia que ele usa pra capturar os dragonflies falha, e eles são espalhados. Depois que Ripto é derrotado também é explicado que por ele ser um dinossauro, ele era incapaz de usar magia corretamente, e foi isso que fez ele odiar tanto os dragões. (já que eles podem tecnicamente usar magia perfeitamente).
Também a história do jogo era pra ser sobre o Gnasty Gnorc se juntando com o Ripto para tentar pegar os dragonflies para eles mesmos. O jogo era pra ter 120 dragonflies (se não me engano tem apenas 90?, nesse aspecto realmente esqueceram de que se os dragonflies iam ser entregues para os dragões que nasceram, e no ultimo jogo você resgata 151, mesmo com mais dragonflies (120) deveriam haver 151...), Mais de 25 fases (tem apenas 10, contando com o dragon realms), uma taxa de 60 frames por segundo (o que ajudaria o jogo a ficar menos "lerdo") e tempos de loading muito mais rápidos. No entanto, a Universal forçou os desenvolvedores para terminar o jogo rapidamente, pra que ele fosse lançado no inverno de 2002, e por isso ele sofre de todos esses bugs. E o Gnasty Gnorc também não aparece no jogo em nenhum lugar...
Acho que isso confirma minha teoria de que todo jogo taxado de ruim poderia ter sido bom se não tivesse sido "apressado"."

 
ANÁLISES DE VISITANTES DO SITE
 
#04 - Data: 05/04/2015 - Identificação: Fagner da Luz dos Santos

SOM

10 "As músicas continuaram sendo compostas por Stewart Copeland e os efeitos sonoros são os mesmos dos clássicos do PSone, além da ótima ambientação, o que significa que a série ainda está ótima na área sonora, mesmo neste jogo."
GRÁFICOS 6 "O jogo não aproveitou a capacidade dos consoles muito bem, criou um jogo com bons gráficos, mas pecou em algumas texturas que poderiam ter sido feitas melhor. Além disso, o mundo de Spyro me pareceu 'menos mágico' do que nos jogos anteriores."
DESAFIO 8 "Este jogo tem uma dificuldade considerável, apesar de poucas fases, elas não são muito curtas e tem muitas Dragonflies para serem pegos. Talvez, a jogabilidade cheia de slowdowns possa ter ajudado o jogo a ter ficado mais difícil."
JOGABILIDADE 6 "Mesmo se baseando nos clássicos, cara, ficou muito travada, o jogo está cheio de slowdows, poucas fases e campanha curta. Além disso, tem o negócio das baforadas elementais, velho, pode até parecer um elemento legal para a jogabilidade, mas eu achei um desrespeito com o personagem. Desde o início, a Insomniac mostrou que Spyro era o tipo do dragão clássico, que solta fogo, agora eles transformam Spyro em um dragão clichê elemental, poxa, se a Insomniac quisesse já teria feito isso. Além disso, o jogo está cheio de bugs e com Loadings muito lentos. Mas enfim, a culpa disso tudo é da Universal Interactive Studios, que apressou o lançamento do jogo, e apressar uma empresa iniciante é um mal negócio. Valeu mesmo Universal..."
  7.5
#03 - Data: 03/11/2012 - Identificação: Caíque Augusto Assis

SOM

9 "O som está bem feito, com músicas muito boas como Cloud 9 e a home world de Dragon Realms e os efeitos sonoros não deixam tanto assim a desejar."
GRÁFICOS 9 "Podiam ter sido muito melhores, mas mesmo não tendo sido "explorados" ao máximo, eu gostei muito dos gráficos, por lembrarem os de PS1 mas com uma qualidade um pouco melhor."
DESAFIO 10 "Mesmo o jogo não sendo tão difícil, ele não chega a ser exatamente fácil, e o desafio em algumas fases é muito bom."
JOGABILIDADE 9 "Muitos reclamam de bugs no jogo, mas quando joguei, não me lembro de ter encontrado nenhum. Os controles podem não responder tão bem às vezes, mas eu achei a jogabilidade boa."
  9.3
#02 - Data: 26/06/2012 - Identificação: Bruno Zilli

SOM

9 "Os sons e as músicas combinam com as fases e são bem feitos."
GRÁFICOS 5.5 "Para um jogo de PS2/GC/Xbox, os gráficos estão horríveis."
DESAFIO 8 "As fases normais tem um desafio bom, mas os speedways e outros mini-games são muito difíceis."
JOGABILIDADE 6 "Apenas Spyro é jogável, e alguns de seus controles são meio confusos."
  7.2
#01 - Data: 20/07/2010 - Identificação: Lucas Vinicius

SOM

8 "Os sons são bons, mas não se comparam a os do PSX."
GRÁFICOS 6.5 "Os gráficos são horríveis, muito ruins."
DESAFIO 5 "O jogo é tão fácil que nem diverte."
JOGABILIDADE 3.5 "O ponto em que o jogo mais peca. Só pode jogar com Spyro e é muito complicada."
  5.8

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