SPYRO THE DRAGON
CRASH BANDICOOT
 
JOGOS LANÇADOS
DICAS DOS JOGOS
DETONADOS PUBLICADOS
PERSONAGENS
 
ANÁLISE "N. SANE TRILOGY"
JOGOS LANÇADOS
DICAS DOS JOGOS
DETONADOS PUBLICADOS
PERSONAGENS
 
ÁREA FÃ
CONCURSO CULTURAL 2017
JOGOS ONLINE
LINHA DO TEMPO
LINKS RECOMENDADOS
JOGOS RECOMENDADOS
PARCEIROS
CONTATO
JOGOS LANÇADOS DICAS DOS JOGOS  DETONADOS PUBLICADOS PERSONAGENS
Página Inicial

CRASH BANDICOOT: N. SANE TRILOGY

GALERIA ANÁLISE
 
FICHA TÉCNICA
 

Produtora Vicarious Visions

Nota do Site

8.7

9.8 (1)

Publicadora Activision Inc
Distribuidora Activision Inc
Plataforma(s) PlayStation 4
Classificação Recomendado para maiores de 10 anos
Data de Lançamento 30/06/2017
Gênero Plataforma
Número de Jogadores 1
Acessórios Modo Online (Placar de Líderes)
 
GALERIA
 
Imagens do Jogo
PlayStation Experience - Dezembro/2016
Game Informer - Fevereiro/2017
Vídeos do Jogo
 
Trailer oficial do jogo apresentado durante a PlayStation Experience 2016 - Canal PlayStation - 03/12/2016 Primeiras Impressões sobre o anúncio de Crash Bandicoot: N. Sane Trilogy - Canal D&B - 04/12/2016
 
 
ANÁLISE
 

CRASH BANDICOOT REMASTERED

SOM

                   
8

8.6

ótimo

Pontos Positivos
* Gráficos melhorados  * Sons inalterados em sua maioria * Save Automático (corrigidos erros do jogo original) * Possibilidade de jogar com Coco (mesmo sem fazer sentido sua adição) * Movimentações e animações de Crash e Coco * Possibilidade de comparar recordes de tempo do Modo Time Trial
Pontos Negativos
* A jogabilidade está imprecisa (movimentos simples não obedecem de imediato) * Modo Time Trial extremamente difícil, diante da falta de habilidade dos personagens * As caixas das fases bônus contam para o progresso da fase
GRÁFICOS
                   
10
DESAFIO
                   
10
JOGABILIDADE
                   
7
GERAL
                   
8
 

CRASH BANDICOOT 2: CORTEX STRIKES BACK REMASTERED

SOM

                   
9

8.4

ótimo

Pontos Positivos
* Gráficos melhorados  * Sons inalterados em sua maioria * Possibilidade de jogar com Coco (mesmo sem fazer sentido sua adição) * Movimentações e animações de Crash e Coco * Possibilidade de comparar recordes de tempo do Modo Time Trial
Pontos Negativos
* A jogabilidade está imprecisa (movimentos simples não obedecem de imediato) * Modo Time Trial extremamente difícil, devido aos problemas de jogabilidade * Os portais dos chefes estão no próprio Warp Room no lugar do espaço que era para salvar o jogo
GRÁFICOS
                   
10
DESAFIO
                   
10
JOGABILIDADE
                   
6
GERAL
                   
7
 

CRASH BANDICOOT 3: WARPED REMASTERED

SOM

                   
9

9.0

ótimo

Pontos Positivos
* Gráficos melhorados  * Sons inalterados em sua maioria * Possibilidade de jogar com Coco em algumas fases do Crash * Movimentações e animações de Crash e Coco * Jogabilidade melhorada nas fases de avião e com Pura * Possibilidade de comparar recordes de tempo do Modo Time Trial
Pontos Negativos
* A jogabilidade está frustrante nas fases de jetski e de moto * Modo Time Trial difícil devido aos problemas de jogabilidade
GRÁFICOS
                   
10
DESAFIO
                   
9
JOGABILIDADE
                   
8
GERAL
                   
9
 
Análise dos Jogos
por Paulo DB - 08/07/2017

          Depois de muitos anos esperando por novidades, eis que durante a Electronic Entertainment Expo (E3) 2016 são anunciados dois materiais para a franquia Crash Bandicoot - o pacote Crash Bandicoot em Skylanders Imaginators e uma remasterização dos 3 jogos originais do PlayStation para PS4. No final de 2016, durante a PlayStation Experience (PSX) é finalmente divulgado o primeiro trailer da trilogia remasterizada intitulada "Crash Bandicoot: N. Sane Trilogy". No mesmo dia é divulgada a data de lançamento do jogo - 30 de junho de 2017.

           Estamos, nesta análise, em julho de 2017, um pouco mais de uma semana após o lançamento oficial. Vamos ver então o que esta remasterização oferece de bom e o que ela pecou.

           Comecemos da apresentação do jogo. Quando ligamos o game, vemos uma introdução bem interessante após o logotipo da Activion. No momento, Neo Cortex diz "Developed by Vicarious Visions" (desenvolvido por Vicarious Visions) e logo em seguida entra Crash segurando umas frutas Wumpa no seu estilo clássico. Ao fundo vemos caixas de madeira, TNTs e NITROs clássicos e uma máquina com uma saída que leva a uma esteira, como se fossem máquinas de linha de produção de fábricas. Crash tropeça numa caixa e as frutas Wumpa e caixas caem na máquina. Ao sair elas surgem em suas formas renovadas. Crash curtindo aquilo resolve pular na máquina e sai dela todo estiloso e também renovado. Aí entra a tela título do jogo.

           Na tela título podemos selecionar um dos 3 jogos (Crash Bandicoot, Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back ou Crash Bandicoot 3: Warped) e em cada um apresenta as opções New Game ou Continue. Ao selecionar o jogo e a opção New Game, o jogo leva imediatamente para a cutscene inicial daquele jogo selecionado. Já quando selecionamos Continue, o jogo nos leva para as Ilhas Wumpa no Crash 1 ou para o Warp Room no Crash 2 ou para a Time Twister no Crash 3 no último jogo salvo.

           Uma grande novidade nessa trilogia é, sem dúvidas, o sistema de salvamento do jogo. Agora ao passarmos por Check Points, sairmos ou entrarmos em fases e jogos, ao contabilizar um item coletado, o jogo salva automaticamente num slot de Auto Save. Este slot ocupa o que seria o quarto slot das versões originais de Crash 2 e 3. Os outros 3 slots podem ser usados para salvar um game de forma mais definitiva (podendo ser sobrescrito depois). Este recurso é muito mais útil em Crash Bandicoot 1 onde tínhamos problemas gravíssimos de salvamento do jogo e de contabilidade de caixas. Outra novidade bem-vinda por alguns e menos por outros é a possibilidade de podermos jogar os três jogos com Coco Bandicoot, irmã de Crash. A explicação para sua inclusão nos jogos Crash 1 e 2 como personagem jogável é de que Coco hackeou a máquina do tempo de N. Tropy em Crash 3 e quis voltar ao tempo para ajudar Crash nas aventuras passadas (essa é a explicação oficial da produtora Vicarious Visions). Mais uma novidade para o jogo que certamente acrescenta a ele uma longevidade é a possibilidade de coletarmos relíquias também nos jogos Crash 1 e Crash 2, porém esse é um ponto que pode frustrar muito quem gostou desse recurso no Crash 3, isso porque a dificuldade aqui está bem elevada. Bom, falei em Crash Bandicoot 1 neste parágrafo, então vamos analisá-lo agora.

           Crash Bandicoot 1 é, sem sombra de dúvidas, o jogo que mais sofreu positivamente nesta remasterização (ou remake, como preferir). A parte gráfica está unificada com os outros dois jogos da trilogia, ou seja, não temos um Crash Bandicoot diferente nos 3 jogos, sendo todos os modelos iguais. O que diferencia um do outro é na jogabilidade. Este ponto é o que menos sofreu nesta remasterização (no caso do Crash 1, neste momento). Voltando à parte gráfica, vemos um incrível cuidado da Vicarious Visions para construir cenários totalmente iguais aos originais, logicamente implementando efeitos de luz (iluminação e sombras) e visuais totalmente atualizados. Fases de chuva, por exemplo, podemos reparar os pisos ou estruturas molhadas, a água batendo na tela. Fases com diferentes fases do dia também tiveram um cuidado especial na iluminação e ambientação. O modelo de Crash também está muito bonito, como dito anteriormente, baseado no modelo dos jogos seguintes, com expressões e reações de espera mais divertidas ainda. O modelo de Coco foi bem feito também, porém foi feito do zero, já que o único modelo disponível dela era no Crash 3 em fases de veículos, por isso eles precisaram adaptar o modelo dela para apresentar os mesmos movimentos de Crash para que o gameplay não fosse prejudicado, impedindo assim que o jogador seja forçado a escolher um personagem ao invés do outro devido seu excesso ou falta de habilidades. O modo Time Trial foi implementado no jogo certamente para dar uma certa longevidade à aventura, o que não foi uma má ideia, o problema é que há alguns erros na jogabilidade que tornam este um desafio insano para qualquer jogador iniciante ou mediano em jogos de plataforma.

            A jogabilidade apresenta alguns problemas que vão exigir um pouco mais do jogador para poder se acostumar a eles. Por exemplo: quando pulamos e impulsionamos o personagem para frente e resolvemos parar de pressionar para frente de repente, o personagem cai imediatamente, na forma de uma "meia parábola". Isso pode ser resolvido se pressionarmos bem pouco pra frente algumas vezes após "desistir" do pulo. Outro problema estão ainda nos saltos, mas quando queremos acessar uma plataforma. Por vezes parece que vamos conseguir pisar numa plataforma, porém o personagem cai. O que pode explicar isso é o fato da produtora ter feito o jogo usando a engine gráfica Unity, que constrói os elementos de forma elíptica (arredondada nas bordas), então quando o personagem pisa nessa borda, ele pode escorregar. Na fase Slippery Climb este recurso até faz bastante sentido, já que é uma fase com chuva; o piso molha e se torna escorregadio mesmo. Porém isso acontece em outras fases que este recurso já não seria justificável. No meu caso, em especial, isso não prejudicou o gameplay, mas para muitos isso pode ser um problema. Ainda em relação à jogabilidade, os personagens possuem apenas três movimentos: andar, pular e girar (assim como no original). Estes movimentos estão bem calibrados, porém vamos nos deparar com momentos de erros bobos em pulos ou giros (antecipados ou não). O jogo nos dá a possibilidade de mover o personagem usando o D-Pad, o que é a melhor opção, sem dúvida alguma, já que o jogo foi projetado justamente para utilizar este tipo de comando, mas é possível jogar também com o L3 (Stick Esquerdo), porém é menos impreciso nas retas pois o personagem também consegue andar nas diagonais e há uma chance maior de quedas em abismos por escorregar o stick para um lado indevido.

            A forma como coletamos itens em Crash 1 mudou totalmente (para melhor!). No original, quem já jogou, deve se lembrar que, para coletar as joias das fases, era necessário terminar TODAS as fases sem morrer uma vez sequer, mesmo marcando os Check Points. Agora isso não é mais obrigatório, graças ao novo sistema de salvamento automático. Os Check Points já registram (como deveria ser e já era em Crash 2 e 3) as caixas destruídas até aquele ponto, permitindo assim que, caso aconteça alguma morte na fase, voltemos ao Check Point sem precisar destruir caixas que vieram antes dele. Podemos também saber quantas caixas destruímos e quantas faltam ao apertar o botão Triângulo durante a fase. Por outro lado, os bônus de Tawna, Cortex e Brio, que também possuem caixas, contam para o total da fase e, consequentemente, para a coleta da joia. Isso vai obrigar a todos os jogadores a também aprenderem os quebra-cabeças das fases de bônus. Ao contrário do original, que só tínhamos acesso ao bônus uma vez (só havia uma chance de acessá-lo), nesta nova versão podemos refazer o bônus quantas vezes quisermos (desde que tenhamos coletado as 3 placas dos rostos dos personagens Tawna, Cortex ou Brio). As únicas fases que precisamos terminar sem morrer e destruindo todas as caixas são as fases com joias coloridas (The Lost City, Generator Room, Toxic Waste, Slippery Climb, Lights Out e The Lab). Outro recurso interessante adicionado à aventura é a possibilidade de compararmos online nossos tempos com os de nossos amigos e com o resto do mundo. Só podemos saber os tempos depois que coletamos a joia da fase apertando o botão L1 no mapa das Ilhas Wumpa. Nessa mesma tela podemos saber quais os tempos das três cores de relíquia (safira, ouro e platina). No jogo ainda há o sistema de troféus (teremos a lista em breve no site) que garante mais alguns desafios ao jogador.

EM BREVE, ANÁLISES DE CRASH 2 E CRASH 3.

 
PRÉVIA
 
Prévia do Jogo
por Paulo Moreira - em 27/12/2016

        Em 2016 fomos surpreendidos finalmente!

        Mas tudo começou no Facebook da Vicarious Visions, quando postaram uma foto do escritório deles que mostrava um pôster de Crash Bandicoot, e isso foi em 2013... Isso causou euforia entre os fãs, imaginando que a produtora estivesse planejando alguma novidade para Crash Bandicoot, já que ela já tinha feito alguns jogos da série no passado. Porém, depois disso, com a produtora desmentindo tudo e nenhuma empresa tomando atitude em relação aquilo, acabamos por perder as esperanças.

           Anos depois, durante a PlayStation Experience de 2015 (evento reservado pela Sony para divulgar novidades dos consoles da família PlayStation, além de reforçar anúncios já feitos durante o ano pela empresa), Shaun Layden aparece com uma camiseta de Crash Bandicoot. Tivemos então novamente a esperança de um retorno de Crash, mas que agora estaria nas "mãos" da Sony, mas infelizmente (ou não) isso não aconteceu.

        Ainda há algum tempo atrás, mas mais recente, surgiu um tweet do PlayStation do Oriente Médio com uma foto do Crash da série Titans/MOM e a palavra "Procurado", logicamente escrito no dialeto de lá. Porém nada foi dito depois disso, nem confirmando nem negando a produção de algum material novo de Crash.

        Enfim, como eu disse no início, em 2016 fomos surpreendidos finalmente. Isso porque finalmente Crash Bandicoot está de volta... depois de 6 anos sem jogo novo e 8 anos sem jogo principal. O primeiro anúncio feito durante a E3 de 2016, na conferência da Sony, foi da presença de Crash Bandicoot no jogo Skylanders Imaginators numa fase feita exclusivamente para ele, além de contar com um boneco dele e de Neo Cortex no pacote. Essa é uma edição especial do jogo que, inicialmente, está disponível apenas para PlayStation 3 e PlayStation 4 (pode ser lançado em outras plataformas no futuro). E o outro anúncio é do jogo que trata essa prévia.

          Crash Bandicoot: N. Sane Trilogy, como o nome sugere, é uma coletânea de jogos de Crash Bandicoot. Essa coletânea contará com os três primeiros jogos de Crash feitos, sendo assim "Crash Bandicoot", "Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back" e "Crash Bandicoot (3): Warped", todos em alta definição e com visuais apropriados para a atual geração. Por se tratarem de 3 jogos que são exclusivos da Sony (lembrando que a Activision detém direitos de imagem do Crash, do personagem e dos outros personagens envolvidos, não dos jogos anteriores a aquisição do personagem pela empresa), a trilogia será lançada exclusivamente para PlayStation 4, mas nada impede que a Activision entre em negociação com a Sony para lançar a trilogia para outras plataformas.

          Depois do anúncio da trilogia remasterizada, ficamos vários meses sem informações dela, mas sabíamos que estava sendo feita pois a Sony fez questão de nos lembrar ao longo desse tempo. Além disso, tínhamos vários gameplays do Crash no Skylanders Imaginators, o que nos dava a certeza que seria sim lançado... e foi lançado em outubro o pacote do Crash em Skylanders Imaginators.

          As novidades sobre a trilogia só vieram durante a PlayStation Experience de 2016, mesmo evento que um ano antes estavam sendo anunciadas as duas produções de Crash para o futuro. Inicialmente a trilogia estava sendo prometida para sair até fevereiro de 2017, porém neste evento a Vicarious Visions, produtora da trilogia, informou que o jogo só seria lançado em algum momento do ano de 2017.

          A trilogia já se encontra em pré-venda na PlayStation Store do Brasil com o preço de R$179,90, preço um pouco salgado em se tratando de uma remasterização, porém depois do que foi mostrado do trabalho da produtora, a impressão que temos é que estamos vendo um jogo novo, um remake, podemos assim nos atrever a dizer. A produtora preferiu manter toda a geometria original das fases e a jogabilidade e apenas mexer na evolução gráfica do jogo e implementar algumas coisas que não haviam na trilogia original, mas que não modificarão em nada o game no fim. As novidades são as seguintes (até agora):

* Modo Time Trial em todos os três jogos da trilogia (estamos ferrados no Crash 1, hein? XD)

* Correção nos checkpoints do jogo Crash 1 (aleluia!), autosave nos checkpoints (o que é bom pra quem esquecer de ir ao monitor do Warp Room salvar)

* Menu de pausa integrado, ou seja, o mesmo menu de pausa para os três jogos

          Até o momento da redação dessa prévia, a produtora só havia liberado gameplay de algumas fases do jogo Crash 1. Os outros jogos deverão ser apresentados em breve e, assim que saírem, serão acrescidas à essa página.

          Confira abaixo na Galeria as primeiras imagens do jogo e os vídeos liberados até agora, incluindo o vídeo que fiz para o Canal D&B comentando a notícia.

 

Update - 12/02/2017
          No dia 12 de fevereiro tivemos mais uma confirmação no jogo. Até o momento não sabíamos quem seria responsável pela dublagem da Coco Bandicoot na trilogia Crash Bandicoot: N. Sane Trilogy, mas essa espera já acabou. A dubladora Debi Derryberry confirmou em sua conta pessoal no Twitter que dará vida à personagem Coco Bandicoot na trilogia.

         Outras informações foram adicionadas semanas atrás detalhando mais coisas da trilogia. O The Game Informer Show, entrevistou o produtor Kara Massie e o diretor Dan Tanguay da Vicarious Visions sobre os detalhes técnicos e criativos envolvendo a criação de Crash Bandicoot: N. Sane Trilogy. Confira alguns destaques.

. Alguns controles foram modificados: os dois especificaram que os controles básicos serão mantidos, mas algumas coisas foram revistas e corrigidas, por exemplo, será capaz de controlar o Jetpack em Crash Bandicoot 2 com os botões de ombro além do suporte analógico no controle.

. Você pode segurar um botão para acelerar a velocidade da cena da queda das caixas na tela de resultados da fase em Crash Bandicoot 1, será incluído "novas animações".

. Os desenvolvedores estão usado a Internet para recolher uma grande quantidade de novas idéias. Eles estão levando em conta muitas obras fanmade.

. Eles decidiram incluir no jogo uma galeria de artes conceituais, mas no momento não foram capaz de confirmar sua presença no jogo final.

. Houve um intenso estudo dos jogos originais por parte da equipe que consistiu em várias sessões de jogos e observações de inúmeros vídeos e conceitos.

. Alchemy (a mesma de Skylanders) será a engine do jogo, mas irá ser adaptada para o mundo de Crash.

. Os produtores tem inspirações em Looney Tunes, especificamente Taz.

. Eles não têm o código original da Naughty Dog e por isso os dados e a geometria das fases foram obtidos da Sony através da Activision.

. A equipe está observando a internet (especialmente Reddit, NeoGAF e YouTube) para recolher ideias e opiniões dos fãs.

. O desenvolvimento ainda está em curso em várias partes do jogo e não vão parar até chegarem a resultados satisfatórios.

. Haverá cutscenes para os chefes no remake da trilogia em cima da cena real do game.

. Além disso, os dois entrevistados, deixaram claro quanto aos direitos de ambos os jogos, e que a Sony não teve problemas para se organizar para este retorno de Crash.

 

Update - 16/02/2017
Hoje tivemos a confirmação que todos nós aguardávamos. A trilogia será lançada para PlayStation 4 em 30 de junho de 2017!

Além dessa confirmação, uma entrevista com a equipe de produção da coletânea foi postada no blog oficial do PlayStation. Você pode conferi-la no link https://goo.gl/1pESeo .

Entre as novidades, temos as confirmações do time de dubladores da coletânea. Vejamos:

* Jess Harnell como Crash Bandicoot (Mind Over Mutant), Pinstripe Potoroo e Ripper Roo (pela primeira vez).

* Debi Derryberry como Coco Bandicoot (Mind Over Mutant) e Tawna (pela primeira vez).

* Lex Lang como Neo Cortex (Mind Over Mutant).

* Greg Eagles como Aku Aku (Mind Over Mutant).

* John Dimaggio como Uka Uka (Mind Over Mutant) e Tiny Tiger (Nitro Kart).

* Corey Burton como Dr. N. Gin (The Wrath of Cortex), Dr. Nefarious Tropy (The Wrath of Cortex) e Baby Cortex (pela primeira vez).

* Maurice Lamarche como Dr. Nitrus Brio (Mind Over Mutant) e Assistente de Laboratório (pela primeira vez).

* Fred Tatasciore como Dingodile, Koala Kong e Komodo Brothers (pela primeira vez).

* Dwight Schultz como Papu Papu (Twinsanity) e Assistente de Laboratório (pela primeira vez).

Notamos que todos os dubladores já trabalharam em jogos anteriores da franquia, sendo em sua maioria de jogos mais recentes (Mind Over Mutant). Dingodile, por outro lado, apareceu pela última vez em Crash of the Titans do Nintendo DS e foi dublado por Nolan North (famoso por dublar Nathan Drake da série Uncharted), porém desta vez ele não vai repetir esse papel.

Mais informações sobre os jogos da coletânea deveremos ter nos próximos meses, mas certamente teremos mais durante a E3 que acontecerá em junho.

 
ANÁLISES DE VISITANTES DO SITE
Envie sua análise para o e-mail dragonsbandicoots@yahoo.com.br com as suas notas para cada item, atribuindo notas de 0 a 10 (variando de 0,5 em 0,5). Dê uma nota para a trilogia como um todo (a média dos 3 jogos). Nos comentários de cada quesito você pode especificar melhor sua avaliação para cada jogo da trilogia.
 
#01 - Data: 12/07/2017 - Identificação: Arthur Freitas

SOM

10 "Sons e músicas originais muito bem remasterizados."
GRÁFICOS 10 "Gráficos fantásticos."
DESAFIO 10 "Bem balanceado, apesar da dificuldade parecer um pouco aumentada."
JOGABILIDADE 9 "Estaria quase que impecável, se não fosse por um problema do controle do pulo nos dois primeiros jogos, mas fora isso está ótima"
  9.8

Dragons & Bandicoots © 2001/2017 - Versão 15.0

Site desenvolvido e criado por Paulo Moreira (dragonsb). Os personagens mencionados neste site são marcas registradas de Activision, Inc. O site Dragons & Bandicoots não possui nenhuma ligação com a empresa mencionada.
Site hospedado por Webhost Brasil.