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CRASH: BOOM, BANG! Galeria ANÁLISE
 
FICHA TÉCNICA
 

Produtora Dimps Corporation

Nota do Site

6.2

7.3 (4)

Publicadora Sierra Entertainment
Distribuidora Sierra Entertainment
Plataforma(s) Nintendo DS
Classificação Todas as Idades
Data de Lançamento 10/10/2006
Gênero Tabuleiro
Número de Jogadores 1 a 4
Acessórios Memory Card - Wi-Fi (2 a 4 jogadores)
 
HISTÓRIA
 
            Enquanto construía um resort na Tasmânia, o Visconde (do inglês, the Viscount) encontra um mapa de uma cidade antiga, contendo a lendária Super Big Power Crystal ("Cristal Super Grande de Poder"). Ele tenta encontrá-la sozinho mas, devido à grande quantidade de quebra-cabeças, ele falha miseravelmente. No resort, o Visconde decide reunir um grupo de personalidades mais inteligentes e mais fortes, colocando-as em uma competição entre eles mesmos para que encontrem o Cristal para ele. O Visconde envia um convite para Coco Bandicoot, convidando-a para participar da Corrida Mundial de Bola-de-Canhão, na qual o vencedor ganha $100.000.000.

            A corrida se inicia na Cidade do Porto, com os vencedores viajando em um barco para um imenso deserto. Diz a lenda que quatro tábuas de pedra estão enterradas em algum lugar no deserto, e os competidores são encarregados de encontrá-las e trazer para o Visconde. De acordo com as tábuas de pedra, a localização verdadeira do Cristal está encriptada em algum lugar do mapa encontrado por ele. Antes do Visconde ir mais a fundo nesta perspectiva, o Dr. Neo Cortex aparece e tenta roubar o mapa. Com ambos batalhando pelo mapa, ele é rasgado em farrapos.

           Cortex envia seus leais assistentes de laboratório para encontrar os pedaços do mapa espalhados pela Grande Cidade, com esperança de consegui-lo completo. Agora que os competidores sabem do mapa, o Visconde decide revelar as suas verdadeiras intenções: o Super Big Power Crystal pode garantir um único desejo a quem for que o obtenha, e ele está disposto a dar uma grande quantidade de dinheiro àqueles que o ajudar a encontrar o Cristal. Obter o Cristal é impossível sem a Chave Final, então o Visconde embarca em seu avião para viajar ao norte do Oceano Atlântico à procura da Chave. Contudo, o avião não comporta todos os competidores, então, somente um número seleto dos mesmos conseguem embarcar. Impulsionados aos céus por um vulcão em erupção, os competidores são capazes de embarcar no avião do Visconde.

            Durante a viagem, o Visconde conta ao grupo a história de um explorador que encontrou a Chave Final, mas não foi capaz de encontrar o Cristal. Esse explorador foi o avô do Visconde. Como este tinha navegado de volta a sua cidade natal para renovar seus pensamentos, o seu barco chocou-se com um iceberg e afundou, levando o avô do Visconde para um caixão no fundo do mar. "Parece um filme", afirma um dos que ouviam a história. O Visconde diz a eles para mergulhar e nadar ao barco naufragado e pegar a Chave Final, o que foi uma grande surpresa para todos, considerando a temperatura quase congelante. Apesar disto, o grupo é capaz de encontrar a Chave Final antes de congelar até a morte. Com todas as peças do quebra-cabeça em mãos, o Visconde vitoriosamente entra na torre onde o Cristal espera por seu dono. Logo quando o Visconde está para fazer o seu desejo, Crash dá um passo a frente e faz seu pedido de uma grande pilha de Frutas Wumpa. "Que a paz prevaleça na Terra", diz Coco.

 
Resumo enviado por Lucas J. Fleming
 
GALERIA
 
Imagens do Jogo
 
 
 
ANÁLISE
 

SOM

                   
7

6.2

regular

Pontos Positivos
* Muitos minigames
 
Pontos Negativos
* Sons fracos * Uso exagerado da caneta Stylus, sendo usado em locais desnecessários * Jogabilidade complicada * Desenhos dos personagens ficaram feios
GRÁFICOS
                   
5
DESAFIO
                   
8
JOGABILIDADE
                   
5
GERAL
                   
6
 
Análise do Jogo
por Paulo Moreira - revisado em 26/10/17

          Para comemorar 10 anos de Crash Bandicoot no mundo dos games, a Sierra decide contratar a empresa Dimps Corporation, uma softhouse japonesa, para desenvolver um jogo para comemorar.

          O gênero escolhido foi Tabuleiro, assim como o jogo Sonic Shuffle, lançado para o falecido Dreamcast. Infelizmente, a recepção do jogo não foi das melhores, pois muitos estavam esperando um grande lançamento para essa comemoração, já que se tratava do aniversário de 10 anos da franquia. O resultado dessa ideia medíocre foi Crash Boom Bang!, um jogo lançado apenas para Nintendo DS, o que revoltou ainda mais os fãs de Crash Bandicoot que gostariam de vê-lo em todos os seus consoles de coração.

         O jogo foi feito para japonês gostar e não para todo o mundo gostar, já que as concepções dos personagens foram baseadas nas versões japonesas de Crash Bandicoot, totalmente diferentes das versões ocidentais de Crash Bandicoot. Os gráficos foram construídos com a tecnologia shell-shading, a mesma utilizadas em jogos como Sly Cooper, Dragon Ball Z: Budokai, mas nos formatos dos personagens não foi bem utilizada.

        Crash Boom Bang! utiliza a jogabilidade oferecida pelo Nintendo DS, que apresenta 2 telas, sendo que uma delas é sensível ao movimento de uma caneta que acompanha o portátil - a Stylus - porém a Dimps exagerou no seu uso, tornando-o inútil em vários momentos do jogo. Na maioria do jogo, você só usa a Stylus, o que acaba cansando em alguns momentos.

         O jogo apresenta 8 personagens, sendo que 4 são jogáveis no início: Crash, Coco, Pura e Pinstripe (escolha esquisita, mas está no jogo). Os secretos são Fake Crash, Crunch, Neo Cortex e Tawna (de volta nesse jogo com um novo visual). Apresenta apenas um modo de disputa: o Adventure mode, além do Festival Mode onde você joga as fases do modo Adventure sozinho ou com um amigo com uso do Wi-Fi do Nintendo DS.

        O jogo não oferece muita coisa que nós gostaríamos de ver num jogo de Crash Bandicoot, além do estilo não ser o mesmo que os fãs gostariam de jogar num game de comemoração de 10 anos como esse foi. Mancada da Sierra!

 
ANÁLISES DE VISITANTES DO SITE
 
#04 - Data: 19/10/2017 - Identificação: Fagner Santos

SOM

6 "A trilha sonora do jogo é mediana, efeitos sonoros bons e nada extraordinário ou marcante."
GRÁFICOS 6 "O visual escolhido para os personagens é até agradável, mas graficamente o jogo deixa (e muito) a desejar, tendo em vista que o Nintendo DS possui muito mais capacidade gráfica do que a que o jogo utiliza."
DESAFIO 6 "Logo que o jogador se habituar ao jogo, conseguirá vencer seus oponentes com muita facilidade, mesmo no nível Hard, o que é muito entediante. O que compensa um pouco são os itens de customização e os mini-games a serem liberados, já que para ter todos é necessário jogar e rejogar o jogo, explorar cada tabuleiro."
JOGABILIDADE 8 "Talvez seja estranho para muitos essa nota, mas é que há um detalhe incorreto que circula em sites e fóruns que faz o jogador se decepcionar quando joga o jogo por esperar algo como o Crash Bash. Saibam que Crash Boom Bang NÃO é um jogo do gênero PARTY, é um jogo de TABULEIRO. Já joguei alguns jogos do gênero antes, inclusive da própria Dimps e Crash Boom Bang é bom jogo para o gênero. Há alguns detalhes que estragam um pouco, como a jogabilidade touch e o sistema de motion panels, mas no geral o jogo se sai bem e consegue sim ser divertido."
  6.5
#03 - Data: 24/07/2017 - Identificação: Arthur Freitas

SOM

8 "Ok, para o clima do jogo."
GRÁFICOS 8 "Legais."
DESAFIO 7 "Fácil, mas é mais sorte do que técnica."
JOGABILIDADE 8 "Meio fácil, porém é complicada."
  7.8
#02 - Data: 07/07/2013 - Identificação: João Victor

SOM

8.5 "Ótimos e, algumas vezes, chatos."
GRÁFICOS 9 "Para um NDS, isso é ótimo."
DESAFIO 7 "Jogo bem fácil."
JOGABILIDADE 10 "É fácil!"
  8.6
#01 - Data: 29/07/2010 - Identificação: Lucas Junqueira Fleming

SOM

9 "Ele é bem divertido mas ainda falta mais um pouco de animação."
GRÁFICOS 6 "O gráfico é bem ruinzinho mas dá para jogar com ele."
DESAFIO 5 "É bem devagar poderia ser mais divertido."
JOGABILIDADE 5.5 "É legal mas ele só fica jogando o dado e correndo para fazer os desafios."
  6.4

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